Dra. Marcia Leila Brotto - CRM PR 17305 - RQE 11172 - RQE 30930
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Dra. Marcia Leila Brotto - CRM PR 17305 - RQE 11172 - RQE 30930
Cuidar de pacientes com ronco e apneia faz parte do meu dia a dia, mas o meu cuidado vai muito além disso. Eu me apresento para você: sou a Dra. Marcia Brotto, médica há 27 anos, dedicada a compreender profundamente a respiração, as vias aéreas e o sono, unindo os conhecimentos da Otorrinolaringologia e da Medicina do Sono, as minhas duas especialidades.
Cuidar da saúde é um gesto de carinho consigo mesmo! É com esse mesmo espírito que eu cuido de cada paciente que chega até mim. Acredito que cada pessoa merece ser ouvida com calma, investigada com atenção e acompanhada com verdadeira dedicação.
No meu atendimento eu acolho pacientes de todas as idades, sempre com o objetivo de oferecer um cuidado humano, detalhista e sustentado pela melhor evidência científica.
Meu propósito é simples e essencial: ajudar você a respirar melhor, para você dormir melhor e viver com mais bem-estar. Aqui, você encontrará um espaço seguro, onde seu sintoma é levado a sério, seu tempo é respeitado e sua história é valorizada.
Marcia Brotto
Especialidades
O Otorrinolaringologista trata das doenças do ouvido, do nariz e dos seios paranasais, da garganta (laringe) e também das estruturas da cabeça e do pescoço.
O ronco e a apneia do sono fazem parte do campo de atuação do Otorrinolaringologista, que pode aprofundar ainda mais esse cuidado por meio da especialização em Medicina do Sono, como é o meu caso.
O Médico do Sono é o especialista no cuidado das doenças relacionadas ao sono, que vão desde os distúrbios respiratórios, como ronco e apneia do sono, até condições de origem neurológica, mental e comportamental relacionadas ao sono.
Dra. Marcia Brotto: Otorrinolaringologista Médica do Sono
O Otorrinolaringologista com área de atuação em Medicina do Sono integra o profundo conhecimento das vias aéreas ao entendimento global do sono, podendo atuar de forma clínica e também cirúrgica, sempre com foco na saúde e no cuidado integral do paciente.
Separei abaixo algumas perguntas que recebo com frequência de pacientes, acompanhantes e seguidores do Instagram. Elas refletem dúvidas comuns do dia a dia e ajudam a esclarecer pontos importantes sobre a saúde do sono e da respiração. Para se aprofundar no assunto, você pode acessar a seção pelo botão abaixo e encontrar mais informações.
Roncar não é normal em nenhuma idade ou situação ou condição de saúde. A questão é saber por que uma pessoa ronca para propor o tratamento direcionado à causa.
O ronco é um ruído que indica que existe alguma obstrução na passagem do ar entre o nariz e a laringe. Essa dificuldade para o ar circular livremente faz com que os tecidos moles da faringe (garganta) vibrem durante o sono, gerando o som do ronco.
O especialista indicado para investiga as causas do ronco, com cuidado e precisão, é o Médico do Sono Otorrinolaringologista, que é justamente especializado para orientar o melhor caminho do diagnóstico ao tratamento.
Não, nem toda pessoa que ronca, tem apneia. É preciso investigar!
Os distúrbios respiratórios do sono formam um espectro, que vai desde o ronco primário (quando o paciente ronca, mas não apresenta a doença que envolve a apneia do sono) até a apneia grave (em que o ronco está associado a um número elevado de pausas respiratórias e má oxigenação durante o sono).
Justamente por existirem diferentes graus de comprometimento, toda pessoa que ronca ou que tem suspeita de apneia deve ser passar por investigação, para que seja possível identificar corretamente o problema e indicar o tratamento mais adequado.
Os sintomas de apneia do sono podem se manifestar de formas diferentes ao longo da vida e nem sempre são percebidos de imediato. Nos adultos, é comum que o sono deixe de ser reparador, levando a sonolência durante o dia, cansaço ou fadiga persistente, além de insônia e engasgos durante o sono.
Além disso, outros sinais podem estar presentes e ajudam a levantar a hipótese de apneia do sono, entre eles: notar boca seca ao acordar, acordar com dor de cabeça, ter irritabilidade, apresentar obesidade, ter pescoço largo, apresentar queixo posicionado mais para trás (retrognatia), perceber dificuldades de memória, atenção e concentração, sofrer acidentes relacionados à sonolência e perceber redução da libido ou impotência sexual.
A investigação de um caso suspeito de apneia do sono é sempre específica e individualizada, porque cada paciente tem uma história, sintomas e fatores de risco próprios. De forma geral, ela se baseia na análise de um exame do sono, realizado e interpretado com critério pelo Médico do Sono, associado a todas as informações clínicas do paciente. É a combinação desses dados (e não apenas um exame isolado) que permite compreender a gravidade do problema e definir o melhor caminho para o tratamento.
Os sintomas de apneia do sono na criança vão além do ronco e das pausas na respiração durante o sono, que representam o momento da apneia em si. Outros sintomas diurnos e noturnos podem indicar a necessidade de investigação.
Muitas vezes, o problema da apneia na criança se manifesta por outros comportamentos e sintomas, como respiração pela boca, ter o sono agitado, apresentar sudorese noturna, com frequência babar no travesseiro e apresentar enurese (urinar na cama após os 5 anos de idade). Durante o dia, é comum observar hiperatividade, além de dificuldades de aprendizagem e de atenção, constatar irritabilidade e até atraso no crescimento. Por isso, a avaliação cuidadosa das queixas é fundamental para identificar o problema e evitar impactos no desenvolvimento da criança.
A apneia do sono faz mal para a saúde porque provoca pausas repetidas na respiração durante a noite, levando à queda da oxigenação do sangue e à fragmentação do sono. A cada pausa respiratória, o organismo entra em estado de alerta, ativando mecanismos de estresse que alteram o funcionamento normal do corpo durante o sono, especialmente em relação ao metabolismo, ao coração, ao cérebro.
Com o passar do tempo, esse processo de apneias várias vezes durante o sono sobrecarrega os sistemas do organismo, aumentando o risco de hipertensão, de infarto, de arritmias, de derrame (AVC), de diabetes e de distúrbios do humor. A apneia não é apenas um problema do sono, mas uma condição que pode impactar de forma significativa a saúde global e a qualidade de vida, tornando fundamental o diagnóstico e o tratamento adequados.
A estimativa é de que cerca de 33% da população entre 18 e 80 anos tenha apneia do sono em algum grau. Isso foi estimado por um estudo científico epidemiológico de prevalência, por Tufik et al. 2010.
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